13 agosto 2011

breve esclarecimento

é, não postei nada há mais de um mês. nem mesmo no dia do meu aniversário. e não foi a falta de vontade, foi a culpa! exato, a culpa de me dedicar a qualquer outra coisa que não fosse minha dissertação de mestrado e meu trabalho.

...não existe redenção. só existem motivos.

05 julho 2011

esse 2011...

tenho aprendido coisas novas. e essa razão já é suficiente pra validar o tempo de vida até o meio desse fragmentado 2011. são coisas doces e amargas, outras são insossas, mas daquelas que precisam ser digeridas. e assim chegamos a meia volta no sol, meio errante, disperso, sem tempo e bagunçado: o meu cabelo precisa de um corte há semanas, mas a vacância não surge e se surge, não se concretiza o ato de aparar essas madeixas. assim vou rolando de dia em dia, nos momentos e entrepassos de um ritmo inconstante, mas severamente acelerado. são galopes ao vento que me fazem perder sutilezas e atropelar os detalhes... vou adiante!
de janeiro até aqui, uma série de medidas: menos carne, menos gastos, menos doces, menos proezas de prazer degustativo! pois alguém precisa cuidar de mim, nem que seja eu mesmo! e existem as maiores doses, de mais juízo, mais reflexão, mais autoridade sobre a própria vida e uma maios eficiência das coisas feitas. é o advento de uma fase adulta? não me sinto mais um moleque, e também percebo que já não sou um energético jovem guri. mas ainda tenho aquele olhar no espelho, de alguém cujo os anos não pesam (muito) sobre a alma.
de agora em diante, novos planos! hora de retomar os esquecidos e caminhar para os triunfos de desempenho e as concretudes das vivências. e vou sozinho, sem saber por onde, mas com destino certo.

09 junho 2011

poesia maldita

Dominado de Lembranças e Ódio

Com lembranças e ódio,

Perdido na floresta

Longe da humilhação e do sofrimento

Perdendo forças para a depressão

Correndo a caminho do abismo

Sendo rasgado por galhos e espinhos

Pisando em pedras, chorando...

Sentado ao pé de uma árvore

Choro desesperadamente

Dominado de lembranças e ódio

Daquela sociedade hipócrita

De ver tantas pessoas humilhadas e sofrendo

De ver tanto sangue derramado

E os cemitérios crescendo com tantas mortes.

Respiro esse ar que me acalma

Perdido na floresta tenho paz

Minhas forças estão voltando aos poucos

Minhas lembranças e ódio vão

Mas me vem uma dor no peito

Que com um punhal nas mãos

Tirei minha vida!

Condessa Lilith


como sempre, dilacerante ler essas linhas de minha velha amiga, que se deu ao luxo do desprezo ao amor próprio... momentos extremos, exigem versos com o peso das horas!

08 junho 2011

existem greves e greves!


Eu fiquei comovido com o apoio que a sociedade brasileira deu a greve dos bombeiros no Rio de Janeiro! Sério! Vi e ouvi diversas manifestações simpáticas entre meus colegas, no twitter, nos jornais e blogs da vida, quase que incontestavelmente apoiando a causa desses nobre senhores de vermelho. Mas aí essa semana, as universidade do país iniciaram um novo ciclo de debates em busca de melhores condições, de aumento de salários, área física, verbas para P&D e etc. Resultado: REVOLTA! Aí fiquei assim, sem butiá no bolso pra entender por que se apoia a luta de uma categoria e se despereza a luta de outra?
Há poucas semanas registrou-se o protesto da greve no Rio Grande do Norte, com a mais nova celebridade midiática, a profª Amanda Gurgel, fezendo sucesso no youtube e caindo de paraquedas no programa do Faustão. Foi elogiada, aplaudida, criticada e esquecida... e eu ainda me impressionei que os jornalistas e críticos escreveram: deve ser essa a realidade, o Brasil está nesse caminho? como se fosse uma imensa novidade, as palavras da colega indignada. outros ainda retrucavam: que troque de profissão! Aff...
Ao menos os Bombeiros tem o apoio da população... resta saber se eles vão apagar as fogueiras que tantos querem queimar os professores.

02 abril 2011

A Pequena Abelha

Projeto de leitura da Escola Mario Quintana e meu livro de cabeceira durante esse final de semana! A Pequena Abelha é um históris não contada, daquelas que são escondidas pelo muros e grades do tempo, pelo barulho cacofônico da globalização. É uma narrativa dupla de duas mulheres em fuga, de um momento terrível, de um futuro amedontrador. Me envolvi com o livro já no primeiro capítulo e recomendo severamente às mentes que percebem que existem coisas escondidas dentro de cada um de nós. Coisas escondidas dos holofotes do titânico mundo do progresso. Boa Leitura!

21 março 2011

rápida reflexão

minhas redes sociais estão enredadas em um emaranhado de relações politicamente corretas.
a partir de hoje, me considero medíocre de espírito.