29 Junho 2007

n

brrrr...
frio! o mês se esgota na lentidão do tempo. e eu aguardo, espero, pacientemente!
sono. bocejos inesperados do dia mal iluminado.

26 Junho 2007

sorte do dia...

nada fez do dia de chuva um dia normal!
chuva, perigos eminetes, compromissos vencidos, estragos e perdas.
onde fica a saída de emergência?

24 Junho 2007

deriva

daqueles mares calmos, que escondem as correntesas submersas na tranquilidade azul. a nau em deriva, vazia, desvelada, flutua...
se nada tem fim, qual o motivo de tudo isto?
se tudo tem fim, onde é que acaba?
tem sido difícil reunir alguns amigos, não existem culpados além do acaso, e talvez das consequências.
continuo sem usar trêmas!

22 Junho 2007

o dia em que quebrei uma barra de ferro com as mãos

na verdade é a mais pura verdade, eu acabei quebrando a maçaneta da porta na minha mão e rasguei um naco de dedo! dor!
não gosto de dor! acho que poucos gostam... é, tem quem goste!
o fog pelotense enche os pulmões de ar! acho que minha tireóide está se mutando em guelras. eita pântano esse em que vivo!
tive um dia de trabalho cheio, entre às 7:30 e saí às 20:00! não me culpem pela baixa vida social. o final de semana se aproxima...

21 Junho 2007

você está prestando atenção?

hoje vi um filme, duas vezes! o grande truque (the prestige) é definitivamente um hollydiano barato! mas ainda assim, o filme mexeu comigo! talvez o david bowie atuando (wow!), talvez a atmosfera vitoriana... enfim, não sei, apenas que o filme foi muito provocador em mim.
tenho tido tempo escasso, sono leve e descontínuo. muitas vontades sufocadas pelo relógio! isso nunca acaba, não é? ainda assim jantei entre amigos.
aliás, é sobre amigos, sobretudo a eles que preciso e quero muito agradecer! pela ajuda absolutamente indispensável no último final de semana em minha mudança! jú, fil, bin e manú. brigadão! conhecê-los (e eu já disse isto) torna a vida uma grata experiência.
agora de onde moro, o trem passa, e eu escuto, como agora, intensamente!

17 Junho 2007

mudança

foi um dia lotado, a noite cheia de memórias, estou muito cansado.
devido aquele jogo inescapável estou em nova casa, uma casa. choose your life!
embora não entendido pela maioria eu sigo deste lado do mundo feliz ao meu modo e sossegado com meu futuro! lamentos não estão em pauta.

12 Junho 2007

black rain

é o nome do novo e recém em fase de produção, cd do príncipe das fucking trevas, ozzy osbourne! mostrando que se produz até na esquizofrenia da vida.
o dia está chuvoso, feio. minha moto caiu no chão, por efeito da gravidade em decorrência do solo fofo pela chuva. quebrou o espelho e torceu a manete! aff...
mas nada me aborrece.
ah! hoje é dia dos namorados! feliz dia pra você!!!

11 Junho 2007

agenda

tudo programado. nada a perder. é evidente que algo não sairá conforme o planejado, senão não haveria de ter um plano 'b'!

09 Junho 2007

rpg sexta a noite

e foi por conforto e ócio que decidimos juntos: um jogo madrugada adentro.
daqueles lendários, que ficam guardados na memória, cheios de trash food e gargalhadas. foi adorável um tempo com os amigos, a busca pelo lanche noturno, o sono de quem agora já se ocupa. enfim chegamos a horizom

08 Junho 2007

buscas

noite cerrada. um breu, um frio, de desossar a gente.
porque o conhecimento pode sempre ser uma maldição, ele não revela, ele desnuda!
cigarros perdidos, acesos às avessas na noite cerrada.
- não vou para casa hoje.
- eu já sabia.
diálogo placebo.

04 Junho 2007

o duende e o sol de inverno

quente sob o frio. o sol me aquece durante umas tragadas pelas ruas da cidade.
um dia no olho do furacão, quase calmo, quase bom. alívio.
o duende continua trabalhando...
oks, esta eu explico, para não parecer por demais... maluco.
existe um duende que mora na minha casa! ele é habilidoso e preguissoso. um gênio!
concerta a tudo, basta deixar ali num cantinho, por alguns dias e puf! novinho em folha!
já concertou minha leitora de dvd arruinada, a descarga perdida, a impressora da jú, o chuveiro pinga pinga, meus bolsos rasgados... enfim! viva o duende!

nuca

afaguei seus cabelos ao me despedir. sorria como um bobo.
a festa estava vazia, das precupações sintomáticas rotineiras, dos barulhos enfadonhos alheios.
a festa esta cheia, de estranhos conhecidos, rostos familiares, daqueles que não sei o nome.
voltei para casa de taxi, era mais rápido e seguro!
adormeci.