25 junho 2006

toc toc...

eu bato na porta, espero pacientemente, minutos eternos.
a porta abre e nunca é mesma coisa, às vezes ficou pouco, às vezes fico muito, mas quase sempre não quero ficar! casas novas, limpas e sujas, belas e feias, mobilia diferente, nunca decido onde morar.

sux!

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