25 maio 2008

diretriz

olha não sou daqui, me diga onde estou, não há tempo, não há nada! que me faça ser quem sou, mas sem parar, pra pensar, sigo estradas, digo pistas pra me achar...
os versos do patu fu ficaram presos no pé do meu ouvido! faz tempo que a música não toca, na radio ou no meu coração. mas lá no fundo, no silêncio das horas escuto no pé do ouvido: na verdade continuo, sob a mesma condição, distraíndo a verdade e enganado o coração!
segue-se! a marcha doida das coisas, o perfilamento estranho das ordens! o vai e vem dos momentos. estou feliz agora, porém, até quando? na falta das certezas, das diretrizes (das quais fujo, incondicionalmente) me agarro aos cacos de realidade e fantasia, destroçados de minha (ou de outras) vidas.
foi um final de semana e tanto. recebi a visita de velhos e distantes (mais distantes do que velhos) amigos. comtrapus, justapus, fiz jus! depois o início do óbvio, momentos inomináveis, alegrias contidas e respiração abafada. por fim o sono. de volta a roda da vida!

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