sou um homem das ciências humanas. e como tal, um daqueles fascinados pelas sociedades, pelos grupos e pelo coletivo. esse olhar generalista que carrego, pode impedir minha visão às nuances da individualidade. me exigem um segundo olhar, aprofundado e reflexivo. no entando, por força da ação do tempo (sobretudo a falta dele) acabo ficando paulatinamente com aquele primeiro olhar, aéreo e pitoresco.
enfim, a vida tem me tornado um ser pragmatico. o pragmatismo é uma virtude louvável nesses tempos sem tempo, mas é uma maldição aos que, como eu, precisam olhar com maior atenção as coisas do dia a dia, para que não nos fujam os sentidos dos atos.
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