
tenho aprendido coisas novas. e essa razão já é suficiente pra validar o tempo de vida até o meio desse fragmentado 2011. são coisas doces e amargas, outras são insossas, mas daquelas que precisam ser digeridas. e assim chegamos a meia volta no sol, meio errante, disperso, sem tempo e bagunçado: o meu cabelo precisa de um corte há semanas, mas a vacância não surge e se surge, não se concretiza o ato de aparar essas madeixas. assim vou rolando de dia em dia, nos momentos e entrepassos de um ritmo inconstante, mas severamente acelerado. são galopes ao vento que me fazem perder sutilezas e atropelar os detalhes... vou adiante!
de janeiro até aqui, uma série de medidas: menos carne, menos gastos, menos doces, menos proezas de prazer degustativo! pois alguém precisa cuidar de mim, nem que seja eu mesmo! e existem as maiores doses, de mais juízo, mais reflexão, mais autoridade sobre a própria vida e uma maios eficiência das coisas feitas. é o advento de uma fase adulta? não me sinto mais um moleque, e também percebo que já não sou um energético jovem guri. mas ainda tenho aquele olhar no espelho, de alguém cujo os anos não pesam (muito) sobre a alma.
de agora em diante, novos planos! hora de retomar os esquecidos e caminhar para os triunfos de desempenho e as concretudes das vivências. e vou sozinho, sem saber por onde, mas com destino certo.
1 heranças:
é nois q ta sorão!
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